A versão de Hamlet, responsável por abrir a 31ª edição do Festival de Curitiba, nesta quarta-feira (28), levou até o palco atores e atrizes com Síndrome de Down. Em seguida, todos os oito artistas, adultos e adolescentes, foram neurodiversos e participaram também da produção do espetáculo.
“Falamos de amor, de sexualidade, de aceitação, de mitos, da responsabilidade com o ativismo e com os direitos das pessoas neurodiversas”, revela Jonathan Oliveros, diretor adjunto e consultor dramatúrgico do espetáculo, em entrevista ao g1.
Por fim, Oliveros enfatizou que a obra é resultado de um trabalho coletivo, construído durante um ano, e que foi sendo elaborada a partir do que os próprios atores traziam.